19: L.A. Ice – Cereja Menthol

Publicado: 5 de novembro de 2012 em Djarum
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Alcatrão: 8 mg

Nicotina: 0,7 mg

Monox. de Carbono: 7 mg

Uma amiga da faculdade me disse que era viciada nesse cigarro. Ela não é fumante, só fuma “de rock” (quando sai no fim de semana) e disse que esse era o único que usava (ela chama de “cerejinha” rs). Fiquei muito interessado logo que me disseram ser de cereja: PORRA, o quão diferente isso pode ser? Bateu aquela animação minha para coisas novas e eu fui no postinho perto da faculdade, com essa minha amiga, comprar o “cerejinha” e ver qual é a dele.

*OBS: Apesar de não estar na caixa dele, esse aqui é da Djarum (no filtro das unidades aparece o nome). Não existe marca L.A., ok? Falando nisso: vocês lembram da minha última (e primeira) experiência com a Djarum? Não? Então clica aqui.

Preço: R$5,50 o box (com 20 unidades). Deve ser esse mesmo o preço, mas não tenho certeza porque o postinho costuma cobrar mais caro alguns cigarros. Mesmo assim, considerando ele mentolado, de cereja, refrescante e da Djarum, ficou mais barato do que eu pensei que ele custasse.

Embalagem: Diferente, bem diferente. Cinza e vermelho, não pensei que fosse dar certo em qualquer outra ocasião, mas aqui conseguiu passar com eficácia a essência desse produto. Sem falar que a caixinha é típica da Djarum: ampla e menos espessa. Por dentro, as unidades se dividem na metade, separadas e protegidas por uma haste do mesmo material que o box. Enfim: protege bem mais, mas ocupa um espaço maior. Gosto muito dessa embalagem.

Tragada: é difícil de puxar, o que faz ele durar mais, mesmo assim é incômodo. Mas para tragar é fácil, nem arranha a garganta como uns mentolados aí. Sem falar que ele é bem gostoso, o filtro dele tem um gostinho de cereja que ajuda a entender o cigarro (ao contrário da minha outra experiência com a Djarum). O misto de cereja e menta fez sentido, o misto de canela e menta não.

Evacuação: por vezes eu fiquei de cara com a quantidade de fumaça que saía. Como é difícil de puxar, parece que nem tá vindo muita coisa pra tragar, mas na hora de evacuar vem fumaça como se fosse Carlton: normal, acompanhando a tragada. Não que a fumaça seja incômoda na evacuação, ela só surpreende.

Efeito: Não é lá essas coisas, mas é suficiente. Acompanha os níveis de concentração até, mas é ofuscado pelo seu gosto mesmo, que o protagonista do cigarro. Nada a reclamar, nada a destacar. Conseguiu manter-se positivo.

Pós: cereja e menta, é claro que deixa cheiros na roupa e mãos. Não, não é o cheirinho refrescante de menta e nem o exótico de cereja, é cheiro de queimado mesmo, cheiro de fumado. Mas é o preço que se paga, isso não me influencia a destruiu o cigarro. O efeito dura o que tem que durar, suficiente pra eu ainda não destruir o cigarro e fechando ele com saldo bem positivo pra mim.

Indico para: ratos de boate; quem curte uma mistura diferente; quem tem paciência pra puxar.

Parei quando: como demorei a fazer o post, já acabei com uns 2 box inteiros.

Chances de repetir: muitas! É a cara de ‘sair com amigos’ e de bebedeira noturna.

NOTA: 9,0

Cereja e menta: refrescam, agradam e combinam.

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OFF: Esclarescimento

Publicado: 5 de novembro de 2012 em Uncategorized
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Post em off apenas para não deixar vocês confusos.

O blog não acabou! A minha frequência é que reduziu muito :P

Estou em meses muito exigentes na faculdade, acabo esquecendo do blog e deixando os leitores chateados.

Me desculpem, mas é a minha situação atual. Estou no rascunho do próximo post, mas a frequência ainda será fraca durante as próximas semanas. Peço que entendam minha situação e realmente me desculpem pelo descaso aqui com vocês.

Um forte abraço.

E boas tragadas.

18: Lucky Strike Blue

Publicado: 13 de outubro de 2012 em Lucky Strike
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Alcatrão: 6 mg

Nicotina: 0,6 mg

Monox. de Carbono: 7 mg

Parti para outro da série comum da Lucky Strike esperando piores resultados. Como o Lucky Strike Original Red foi fraco mesmo sendo filtro vermelho, vi as concentrações desse, bem menores, e já tive o pressentimento de que ele iria ser um biscoito de água e sal: a gente come, gosta, mas não faz questão. Quando abri a embalagem, acendi o primeiro e comecei a analisar: foi bem isso mesmo.

Preço: R$5,00 o box (com 20 unidades). O preço, ao mesmo tempo que faz jus à Lucky Strike, passa a ser caro depois que você percebe o produto que comprou.

Embalagem: Aff, sem graça. Dá uma broxada na hora de comprar. Ela soa tradicional, mas não deixa de ser simplória. O vermelho da avaliação anterior até que segurou minha vontade de falar mal da caixa, mas esse azul estragou de vez. É box, é caixa dura, protege o cigarro. Mas tem que mudar essa cara.

Tragada: boa. Não estraga a sua boca com ardência ou amargura alguma. É deliciosamente suave, parece ser um ponto em comum para os produtos Lucky Strike: a maciez. Não que você perca a confiança num efeito futuro, mas parece que todo cigarro deveria ser assim, sabe?

Evacuação: bem comum à um cigarro. Fumaça comum, não broxa o fumante, ele flui naturalmente como qualquer cigarro deveria fluir.

Efeito: bem fraco. Bem fraco mesmo. Deu pouca coisa. Não chegou nem ao nível das sua concentrações medianas. Esse quesito mais uma vez destruiu a nota final de uma marca que eu esperava mais, justamente neste aqui. Uma pena, porque tirando isso (e a embalagem simples que só ela), o cigarro poderia ser maravilhoso.

Pós: Cheiro característico nas mãos e nas roupas, com uma certa intensidade maior nas mãos. O efeito que era fraco nem sei se durou muito ou pouco porque nem tem como reparar.

Indico para: quem fuma pela pose; quem é fraco pra cigarro.

Parei quando: tentei achar alguma potência no box todo, mas não deu.

Chances de repetir: nenhuma, se eu fosse tentar de novo, seria com a versão vermelha.

NOTA:  6,5

Se não fosse fraco, seria de ouro.

17: Lucky Strike Original Red

Publicado: 3 de outubro de 2012 em Lucky Strike
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Alcatrão: 10 mg

Nicotina: 0,9 mg

Monox. de Carbono: 9 mg

OBS: Gostaria de me desculpar por essa minha ausência, estive enrolado com os estudos.

Nunca havia provado um Lucky Strike que não fosse mentolado. Os dois provados conseguiram ótimas notas (Convertible Fresh e Convertible Azul), então a vontade de provar um comum sempre foi grande. Como eu estou numa época de fumar os de filtro vermelho, resolvi começar a série comum da Lucky Strike desse jeito também.

Preço: R$5,00 o box (com 20 unidades). Preço baixo, considerando-se um Lucky Strike e um filtro vermelho.

Embalagem: Parece tradicional, nem feia e nem bonita. É só isso mesmo, uma embalagem simples da qual não há muito o que falar. Lembrar que é box: caixa que não deixa seu cigarro amassar facilmente.

Tragada: Não arde nem amarga a boca, é gostoso de fumar, a boca nem sente os males todos. Você sente bastante a fumaça, só não se incomoda com ela, entende? Não lembra em nada as versões mentoladas nesse quesito, mas eu acho que já era de esperar.

Evacuação: Meio fumacento, gostei disso. A evacuação é normal, o volume de fumaça não incomoda o fumante, deixa até um gostinho bom. Eu fico pensando aqui comigo: fumar um desses tomando um cafézinho deve ser gostoso demais. Se não fosse pelo próximo quesito.

Efeito: fraco. Um filtro vermelho fraco, convivam com isso. Não fez sentido: fumaça boa, gosto bom e efeito baixo. É um ponto que, se estivesse tudo nos conformes, renderia um 10 na nota final. O cigarro tinha tudo para ser sucesso comigo, aposto que é por isso que ninguém bate o Marlboro Vermelho. Uma pena, ia ser o melhor de todos.

Pós: Cheiro forte nas mãos e nas roupas, não recomendável pra quem fuma escondido. O efeito que era baixo nem vou explicar o pós: não dá pra dizer, nem percebo quando ele se vai.

Indico para: quem ainda tem paladar; fumantes assumidos.

Parei quando: experimentei o box todo, pra encontrar algum efeito.

Chances de repetir: não sei, ainda quero achar a vibe dele, quero achar o cigarro perfeito.

NOTA: 7,5

Gostoso mas inútil. Podia ser o cigarro perfeito.

16: Marlboro Gold Advance

Publicado: 20 de setembro de 2012 em Marlboro
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Alcatrão: 8 mg

Nicotina: 0,7 mg

Monox. de Carbono: 9 mg

Durante o intervalo da faculdade, meu cigarro acabou. Perguntei pra galera que conhecia os arredores ali se tinha algum lugar aberto para comprar. Me falaram do postinho e eu saí com uma amiga para ir procurar algum cigarro diferente. Quando cheguei lá, vi essa versão negra do Marlboro Gold e fiquei na dúvida. Será que a Marlboro merecia uma terceira chance minha? Pensei que sim, já que o primeiro, o Malrboro Vermelho, tinha sido sensacional. Peguei aquela caixinha diferente e tive a sensação de que poderia ser um cigarro melhor.

Preço: R$5,50 o box (com 20 unidades). Não há muito que falar sobre esse preço. Ele já normal para marcas como a Dunhill, a Lucky Strike e a própria Marlboro.

Embalagem: na foto não parece muito, mas ele é de extremo bom gosto. Ao contrário da versão original dele, que é toda branca e sem graça, este aqui transborda elegância e potência, o que faz sentido para o nome “Advance” que ele carrega e para as suas concentrações mais fortes também. Embalagem impecável, além de ser box, uma caixinha que protege melhor as nossas unidades.

Tragada: Incômoda, empoeirada, amarga… Tudo que broxa. Depois da primeira unidade, quando fui pra segunda (e isso ocorreu por diversas vezes), senti um enjoo enorme do cigarro, não dava vontade de fumar, o que deve ser ótimo pra quem está parando com sua vida de câncer. Não entendi mesmo o que houve, a boca ardeu também, depois de um tempo. Parece que resolveram jogar tudo de ruim que prejudica uma tragada ali dentro. A Marlboro, se não fosse pelo “Vermelho”, estaria em maus lençóis.

Evacuação: a evacuação acompanha a tragada, é ruim sim. Não é odiável entretanto. A fumaça é densa e volumosa, o que me deixou mais seguro sobre os efeitos que ele pode trazer. Aliás, é o nosso próximo quesito o único que pode salvar um pouco ou desgraçar de vez esse produto aqui.

Efeito: e salvou um pouco. Houve efeito, nada muito excitante, é aquela relaxada básica, aquela tonturinha de “de vez em quando”, mas é um efeito. Depois de um preço daqueles confiáveis, uma embalagem bonita daquelas e uma tragada broxante demais, o efeito veio, pra me deixar confuso.

Pós: Os aromas são típicos. Cheiro de cigarro nas mãos, cheiro de cigarro nas roupas (só que na roupa não tanto), mas nada fora do comum, como nunca houve. O efeito se estende, mas o enjoo dele também: é uma sensação péssima.

Indico para: quem está parando; bêbados que precisam vomitar para melhorar.

Parei quando: fumei umas 10 unidades antes do post, pra ver se me acostumava.

Chances de repetir: ZERO! Se bem que eu aceitaria um, apenas um.

NOTA:  4,0

Lobo em pele de cordeiro: bonito por fora, mas por dentro… O horror.

15: Hollywood America

Publicado: 11 de setembro de 2012 em Hollywood
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Alcatrão: 7 mg

Nicotina: 0,7 mg

Monox. de Carbono: 7 mg

(Não achei foto da embalagem atual na internet e minha câmera está com uns defeitos…

Fico devendo a foto desse aqui, assim que puder, posto)

Minhas experiência com a Hollywood foi boa nos dois momentos que tive aqui no blog. Primeiro, um bom mentolado, o Hollywood Mint. Depois, um filtro vermelho excelente, o Hollywood Original. Achei que provar um Hollywood America (o azul) seria interessante para mim: se bom cigarro, a Hollywood comprovaria sua boa fama comigo; se não fosse bom, eu aceitaria que, realmente, até as melhores marcas têm seus defeitos (lembram do Marlboro Gold e do Dunhill Switch ?). Bem, eu fui fumar o meu maço na esperança de que a primeira opção estaria certa.

Preço: R$4,50 o maço (com 20 unidades). Na verdade, não me lembro direito, mas mais que isso tenho certeza que não é. precinho típico, já estou ficando expert em preços de marcas.

Embalagem: zzzzzzROINC. Sem graça demais. Cinza e azul, me deu sono. Deveriam repensar seriamente essa embalagem, me pareceu fraco, passivo, broxante… Como é maço, a embalagem é mole, mas achei dura até, se em comparação com os outros maços. Além disso, o filtro do cigarro é feio por demais…

Tragada: achei meio forte, considerando suas concentrações. Não que eu não tenha gostado, mas me surpreendeu. É amargo um pouco, e também um tanto poluído, mas neste quesito, se saiu bem sim. Se bem que… dos três Hollywood’s avaliados até aqui, este foi o pior na tragada.

Evacuação: também um tanto poluída e, desta vez, ardente um tanto também. Não achei tanto fumacento em certas tragadas, mas em outra sim: vai entender…

Efeito: porra, nem teve depois do primeiro. Só depois do segundo que dá alguma coisa, mas que não equivale a dois tragados, apenas a um e uns tantos. A vontade de partir pro terceiro é pouca, ele é um tanto enjoativo e a ardência na boca pode aumentar (mesmo que até este ponto, não sendo bastante). Decepcionou aqui. Mas até que vale a pena. Ou não. Ok, fiquei um tanto confuso neste quesito.

Pós: muito cheiro, levem seus desodorantes! A roupa fica imunda, as mão impregnadas: não é pra quem quer esconder seu vício. O efeito, mesmo não sendo muito, até que se prolonga.

Indico para: fumantes assumidos; quem fuma apenas pra fazer alguma coisa; econômicos.

Parei quando: passei da metade do maço até este momento, precisei estudar muito.

Chances de repetir: não acho que compraria, mas ele é bom de fumar, só que nem tanto.

NOTA: 7,5

Tem muitos erros, mas não consegue ser ruim.

14: Hilton Authentic

Publicado: 30 de agosto de 2012 em Hilton
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Alcatrão: 8 mg

Nicotina: 0,6 mg

Monox. de Carbono: 8 mg

(Não achei foto da embalagem atual na internet e minha câmera está com uns defeitos…

Fico devendo a foto desse aqui, assim que puder, posto)

 Quando fui comprar meu Marlboro “Vermelho”  rotineiro, acabei por olhar para essa embalagem, que nunca havia ouvido falar. Ou seja: pedi para ler as concentrações da caixa (faço isso sempre) e vi que me interessava. Pedi uma unidade, fumei e avaliei, e depois perguntei para alguns amigo o que eles achavam: alguns disseram que não curtiram, outros disseram que era mais ou menos bom. Nenhum deles concordou comigo. Então, se você discordar da minha avaliação, não se preocupe: eu realmente não sou um padrão (rs).

Preço: R$4,30 o maço (com 2o unidades). Barato, me deu um sentimento de Derby (este ou aquele). Fiquei com um medo de não curtir, mas a embalagem me trouxe uma outra ideia…

Embalagem: a cor é diferente. O desenho é diferente. Por isso não me apeguei tanto ao sentimento de que este seria semelhante aos Derby’s. É bonito sim, mas não chega a passar a imagem de extremamente bom. É maço, é plástico maleável: é incômodo, mas box elevaria o preço pra mais 50 centavos.

Tragada: Boa. É um cigarro gostosinho, fluente. Não entendi porque falaram mal dele depois, curti as tragadas numa boa. Cuspes e ardência demoram pra chegar até (ok, a ardência na boca nem tanto, chega na 2º ou 3º unidade, mas pro preço desse aqui, tá ótimo).

Evacuação: não achei muito fumaceiro. Tudo bem que a fumaça é bastante, mas não é muito densa. Rendeu umas tossidas,mas não me incomodou (acho que fui eu mesmo quem engasguei não sei como).

Efeito: Bom, não é forte como um filtro vermelho (até porque esse aqui não o é), mas é suficiente pra se honrar como cigarro. Uma única unidade não faz tanto, mas duas já servem pra fazer o efeito legal dele.

Pós: A mão cheira a cigarro, a roupa mais ou menos. O efeito dele dura, mas nem tanto. Tive que acender o maço todo num rock (gíria capixaba pra ‘festa’, ‘reunião de amigos’ e eventos em geral) que durou 4 horas, além de algumas unidades do Marlboro que eu comprei (lá no ínicio desse post).

Indico para: quem experimenta o desconhecido; quem precisa economizar mas sem perder a qualidade do lazer.

Parei quando: acabei o maço todo naquele rock.

Chances de repetir: boas, não vai pros favoritos, mas é um cigarro que vale um remember.

NOTA: 8,0

Surpreendente. Preço baixo e qualidade, parecia impossível.

13: Derby Vermelho

Publicado: 25 de agosto de 2012 em Derby
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Alcatrão: 10 mg

Nicotina: 0,8 mg

Monox. de Carbono: 10 mg

(Não achei foto da embalagem atual na internet e minha câmera está com uns defeitos…

Fico devendo a foto desse aqui, assim que puder, posto)

SIM! EU TIVE CORAGEM DE COMPRAR DERBY DE NOVO!

Na verdade, eu estava sem dinheiro, e como eu queria um de filtro vermelho ( meu mais novo vício, depois da febre de mentolados), acabei sendo dirigido ao Derby Vermelho. Agora me pergunta a quantidade de bullying que eu sofri dos meus amigos fumantes. Pois então, todos eles falando que podia pelo menos ser o Azul, que é melhorzinho. Mas na verdade, eu achei o Azul horrível, e curti mais esse aqui. Tá vendo? Um filtro vermelho sempre é fumável, independente da fábrica.

Preço: R$4,25 o maço (com 20 unidades).Pois é, né? Derby é esse preço sempre. É bom pra quem vive de moedinha. Mentira, é sempre ruim.

Embalagem: Engraçado que toda embalagem de cor vermelha tem essas mesmas concentrações (10-0,8-10). Essa aqui é que nem a embalagem do Azul, só que vermelho (rs). Simples, passa imagem de desleixo. Como é plástico maleável, essa impressão só se reforça.

Tragada: pois então, não é uma delícia, é empoeirado. Ardente já nas primeiras tragadas. A cusparada até que demorou pra surgir, lá na segunda unidade. Não é um cigarro agradável nesse quesito e eu também não tinha esperanças que fosse, talvez por isso ele não chegou a me causar uma decepção.

Evacuação: Fumacê pesado. Ardência (mais uma vez) pra sair, depois de uns 3 você adquire uma boca do inferno. Caramba, Derby é calorento demais, nem pro inverno é bom.

Efeito: condiz com suas concentrações, mas não é tão bom quanto os principais concorrentes dele: Hollywood Original e Marlboro Vermelho. Não exijo muito do Derby, isto foi só uma constatação: apesar de não ser tão potente quantos aqueles dois, o produto consegue realizar bem esse quesito.

Pós: Efeito que dura bem até, o Derby Vermelho soube se segurar. Mas quanto ao cheiro que ele deixa: extremamente forte, nas mãos e na roupa. Tome cuidado se você não quer que seus pais descubram sobre seu projeto de câncer: esse aqui é dedo duro.

Indico para: quem tá precisando economizar; quem não sente nada na boca de tantos anos de fumo.

Parei quando: fumei a 7º unidade, já achei bom o suficiente pra avaliar o produto.

Chances de repetir: poucas, prefiro os concorrentes dele. Mas aceito fumar ele numa boa.

NOTA: 5,0

É um poluído: ardente e empoeirado. Melhor que a versão Azul, ao menos.

12: Dunhill Switch

Publicado: 20 de agosto de 2012 em Dunhill
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Alcatrão: 8 mg

Nicotina: 0,7 mg

Monox. de Carbono: 6 mg

Antes de começar, deixa eu explicar como ele funciona: existe uma bolinha na parte não fumável do cigarro, aquela em que se segura ele (no filtro). Essa bolinha deve ser estourada com os próprios dedos, mas desta vez (ao contrário dos Convertibles da Lucky Strike) não precisa girar o cigarro, pelo menos não está explícito isto na embalagem. Por isso o nome ‘Switch’ (mudar, trocar) no logo da embalagem. Com esse processo, o cigarro fica com um padrão refrescante, como se fosse menta ou eucalipto, durante as tragadas. Claro, você também pode fumá-lo sem apertar a bolinha, caso se sinta enjoado ou não tenha curtido, mas eu vou explicá-lo com o processo feito.

Já faz um tempo que não escolhia um mentolado para um post, então decidi que já estava na hora. Como tive uma ótima experiência com a Dunhill, já estava de olho nesse tal de ‘switch’ deles. Bateu vontade, achei a grana e a banca estava perto: o que me impedia? Nada, então vim trazer pra vocês a minha avaliação sobre ele.

Preço: R$5,50 o box (com 20 unidades). É o preço comum de um cigarro bom e mentolado. Sendo o que tem sistema de estourar a esfera de mentol, a produção deve ser mais cara que o normal.

Embalagem: box, uma caixa boa e consistente. Inteiramente preta, com linhas em relevo na vertical e uma faixa verde na horizontal com o nome do produto: um visual que remete à noite, à música eletrônica. Ou seja, o público alvo, mais uma vez, são os jovens baladeiros. Uma embalagem bem estilosa.

Tragada: tensa… O mentol faz um gosto de pasta de dente na boca, enjoativo por demais. Pra se acostumar, demora muito. Sem falar que, na descida, o trago parece rasgar sua garganta, muito ruim. Erraram a mão no mentol, esse aqui é pra viciado. Tentei até fumar sem estourar o mentol, porque me incomodava, mas a esfera intacta bloqueia o trago, dando pra puxar nem a metade do comum.

Evacuação: também dava pra sentir a garganta rasgando, só que menos. Mandar pela narina alivia, e é até gostoso. A fumaça era algo entre normal e fraca, não tão densa e volumosa quanto outras, mas também nada que caracterize uma timidez (rs).

Efeito: não é dos melhores, nem dos mais fortes. Até para um mentolado, achei que faltou um certo respeito pelo cliente. É como se a função principal fosse ‘ter sabor’ e não ‘ser cigarro’. Pelo menos, existe uma vibe pra gastar.

Pós: não passa tanto cheiro nas roupas, mas nas mãos sim. O efeito, por menor ou maior que seja, se alastra um tempo sim, felizmente. Foi um ponto que me surpreendeu.

Indico para: fãs de mentolados; jovens; baladeiros.

Parei quando: já tinha acabado as 20 unidades até o momento do post…

Chances de repetir: alguma… Quem sabe eu me interesse por um mentolado dos fortes, lá pra frente.

NOTA: 6,0

Mais mentol e menos cigarro: não foi tão boa ideia.

11: Marlboro Gold

Publicado: 17 de agosto de 2012 em Marlboro
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Alcatrão: 6 mg

Nicotina: 0,6 mg

Monox. de Carbono: 8 mg

Cheguei no barzinho na vibe de fumar um Marlboro “Vermelho”. Depois de avaliar o concorrente dele, o Hollywood Original, não teve como evitar o desejo por um cigarro potente daqueles. Quando eu pedi um Marlboro, o cara mandou um “Qual deles?”. Eu perguntei quais tinha, e ele me falou do Vermelho e de um tal de Gold. Como a minha vontade de fumar novos cigarros é enorme, logo passou o desejo do vermelhão. Botei a grana no balcão e pedi: me vê o Gold.

Preço: R$5,50 o box (com 20 unidades). Para as concentrações dele, está um pouco acima do preço. Mas tá tudo certo. Sendo Marlboro e tendo essa propaganda do ‘gold’, dá pra chegar a uma conclusão de que o cigarro tem um diferencial na sua produção. Ou não?

Embalagem: simplória e feia. Não foi uma boa ideia fazer uma caixa toda branca com leves detalhes em ouro. Se a intenção é ‘gold’, uma embalagem preta destacaria muito mais os desenhos dourados, sem falar que esses desenhos são poucos demais. Pareceu uma tentativa ou de economizar, ou de evitar ofuscar o Marlboro Vermelho, principal produto da marca. Ao menos, é box, e não maço.

Tragada: Nem dá pra sentir, bem “macia”. Não é tão boa coisa, a sensação é de que o cigarro é fraco. Não dá vontade de cuspir, ardência na boca, é agradável, mas não caracteriza muito um cigarro. Deve ser pelas concentrações do cigarro, que eu achei um tanto confusas: alcatrão e nicotina em 6 e o,6 mg, enquanto o monóxido de carbono é 8mg? Não entendi.

Evacuação: até que rola uma bela duma fumaça! E como eu já disse: é tudo “macio”. Uma coisa que vem e vai sem nem deixar pistas de que esteve ali. Não é ruim, é bom que o fumacê seja denso, passa uma confiança de que o cigarro terá os seus efeitos.

Efeito: nenhum quase, coisa pouca. Decepção total. Já experimentei cigarros com concentrações 6-0,6-6 que fizeram muito mais que esse aqui. A Marlboro vacilou legal criando um cigarro que faz, exatamente, NADA. Tem quem compre? Não sei o porquê…

Pós: inodoro nas roupas, nas mão não tanto. Eu ia falar da duração do efeito, de como ele foi resistente ou caiu rápido, mas NÃO TEVE PORRA NENHUMA quase. Então deixa pra lá, né…

Indico para: quem só fuma pra fazer pose de fumante; pessoas frescas com cigarro.

Parei quando: olha, fumei a caixa toda pra fazer o post, porque não queria ser injusto.

Chances de repetir: nenhuma, aceitaria de um amigo, porque não é incômodo, mas não compro.

NOTA: 5,0

Por que produzir um cigarro que parece um gole d’água?